Antigo povoado de escravos na década de
Hoje, com aproximadamente 100 mil habitantes, a cidade não lembra em nada a época em que seus moradores produziam tijolos e blocos de concreto para a construção de Brasília. Para o administrador regional de São Sebastião, Josino de Castro, morador da cidade há 25 anos, a população tem motivos de sobra para comemorar, com as obras em andamento. “A comunidade recebe com alegria as obras realizadas aqui”, disse. “Agora nós vamos ter um terminal rodoviário decente. No próximo ano letivo contaremos com uma nova escola para atender cerca de 1500 alunos em três turnos”, completou Josino, que também comemora o anúncio da construção de um hospital na cidade.
Entre as obras mais importantes está a duplicação e a nova iluminação nos quatro quilômetros da avenida São Sebastião e o recapeamento da avenida Comercial, as mais movimentadas da cidade. Oito quilômetros de ciclovia estão prontos e oferecem mais segurança aos ciclistas no trecho entre São Sebastião e a ponte JK.
A rodovia DF-001 foi duplicada desde a entrada da cidade até o balão do Mônaco, na região dos condomínios. Incluídas no programa Pró-moradia, realizado pelo GDF em parceria com o governo federal, quatro quadras do setor Residencial estão recebendo infra-estrutura e contarão com sistema de coleta de água das chuvas, asfalto, meios-fios e sinalização, além de duas quadras de esportes, um salão comunitário e um centro de convivência de idosos.
Situada a
Segundo Josino de Castro, a regularização fundiária da cidade, uma das medidas mais aguardadas pela população, caminha a passos largos na Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente. A ocupação das terras das fazendas Taboquinha, Papuda e Paranoá, começou em l957, quando foram instaladas olarias no povoado. A idéia era produzir materiais básicos de construção para suprir a demanda que a construção da capital federal exigia.