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Brasília

Rosso reúne cúpula da Segurança e a OAB para tratar sobre caso Villela

Arquivo Geral

22/11/2010 12h56

Na manhã desta segunda-feira (22), o governador Rogério Rosso recebeu em sua residência, no Lago Sul, o secretário de Segurança Pública João Monteiro Neto, o diretor da Polícia Civil Pedro Cardoso, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/DF), Francisco Caputo e o advogado Eduardo Toledo, para tratar sobre a condução das investigações do caso Villela. Na ocasião, o governador determinou a abertura de um processo administrativo para apurar se ocorreu alguma irregularidade até o momento.

 

Segundo Rosso, o caso será tratado com prioridade absoluta. “Temos uma das melhores polícias civil do país. Os trabalhos serão focados para que o caso tenha uma elucidação definitiva em breve”, ressaltou. O diretor da Polícia Civil esclareceu que existem duas linhas de investigação relacionadas ao crime da 113 Sul – uma realizada pela 8ª DP (Setor de Indústrias e Abastecimento), e outra pela Coordenação de Investigação de Crimes contra a Vida (Corvida) –, e descartou a possibilidade de crise na instituição. “Ninguém será afastado, e vamos continuar trabalhando para trazer a solução. Não estamos aqui para fazer juízo de valor, mas sim para visar à verdade dos fatos”, observou Cardoso.

 

O presidente da OAB-DF declarou que a entidade continuará acompanhando as investigações do triplo assassinato. “Reiteramos a confiança na Polícia Civil do DF. Só vamos ao Ministério Público se for necessário. Estamos aguardando a conclusão do caso”, finalizou Caputo. 

 

Ministério Público

O promotor responsável pelo caso, Maurício Miranda, convocou uma coletiva de imprensa para comentar a reunião. Na ocasião, o promotor afirmou que a denúncia realizada pelo Ministério Público contra Adriana Vilella, filha do casal, continua mantida.

 

Segundo Miranda, a OAB não conhece todas as provas do processo, que é composto por mais de vinte volumes, e por isso teria se posicionado contrário às investigações em curso. A OAB alega que por falta de provas, Adriana só deveria ser inquirida mediante uma segunda denúncia.

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