Menu
Brasília

Revogação de prisão de Nenê Constantino é negada

Arquivo Geral

18/12/2010 9h39

Da Redação
redacao@jornaldebrasilia.com.br

O empresário Nenê Constantino, 79 anos, continuará preso. A decisão é do juiz Fábio Esteves, do Tribunal do Júri de Brasília, que analisou, na sexta-feira (18), o pedido de revogação da prisão preventiva do empresário. O magistrado agora aguarda resultado da perícia realizada pelo Instituto Médico Legal (IML) sobre o estado de saúde do suspeito para decidir se concede a prisão domiciliar. Constantino foi preso por suspeita de ser o mandante de uma tentativa de assassinato contra seu ex-genro Eduardo de Queiroz, em 2008. Ele responde, ainda, por outro crime, a morte de um líder comunitário em 2001.

Os exames, prontuários e o próprio Nenê Constantino  passaram, no fim da tarde de ontem, por perícia no IML. O pedido foi feito pelo Ministério Público ao juiz Fábio Esteves. De acordo com o promotor  José Pimentel Neto, a perícia tem como objetivo avaliar o real estado de saúde de Constantino e se há possibilidade de o tratamento ocorrer na  Penitenciária da Papuda. 
O promotor  explica que o pedido se deve ao fato de o empresário não ter histórico de problema de saúde e, mesmo assim, solicitar atendimento médico. “De repente, ele é preso e começa a passar mal”, estranha.

José Pimentel lembra que Constantino passou por uma oitiva de mais de 12 horas na última quarta-feira (15) e sequer pediu atendimento médico. 

 

Boletim médico


Por volta das 11h50, o Hospital do Coração do Brasil publicou uma nota sobre o estado clínico do paciente. De acordo com o comunicado, Nenê realizou um cateterismo às 9h30, onde foi identificado uma “discreta obstrução nas artérias coronárias”. Ainda de acordo com o hospital, não será necessária a realização de angioplastia e o tratamento será realizado apenas com medicações.

 

O cardiologista Edmur Carlos de Araújo, informou que Constantino deverá sair da Unidade de Tratamento Intensivo nesta tarde, mas não há expectativa ainda de alta hospitalar.

 

Confira aqui íntegra da nota

 

Leia íntegra da matéria na edição deste sábado (18) do Jornal de Brasília

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado