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Brasília

Quando o desejo vira compulsão

Arquivo Geral

29/04/2012 8h18

Leandro Cipriano

leandro.cipriano@jornaldebrasilia.com.br

 

“Eu não conseguia me controlar. Comecei com relações  com desconhecidas. Mas não era o bastante. Precisava pagar três ou quatro prostitutas por dia, apenas para ficar tranquilo. Quando sozinho, me masturbava frequentemente. Era como uma droga. Sentia o  prazer do momento, mas depois ficava só o arrependimento”.  Esse é o relato do ex-corretor imobiliário Tiago (nome fictício), de 26 anos, que há três meses começou a fazer terapia contra compulsão sexual.  

 

 

A situação de Tiago, e de tantos outros “viciados em sexo”, pode ter muitas definições. Transtorno hipersexual, dependência do sexo, disfunção ou comportamento sexual compulsivo. Ainda não há uma classificação precisa dos especialistas no tema. Mas, assim como o ex-corretor imobiliário, o drama é vivido por centenas de pessoas que procuram de forma incansável satisfazer a libido e, no final, acabam perdendo o controle de suas ações.

 

 

Os exageros podem levar desde a situações constrangedoras, até problemas no relacionamento.  Um caso conhecido foi o do golfista norte-americano Tiger Woods, que se internou em uma clínica para viciados em sexo depois de ter sido flagrado pela esposa com outra. A infidelidade estampada nos jornais trouxe a tona diversos casos extraconjugais do golfista, complicando até mesmo sua carreira.

 

 

Leia mais na edição impressa deste domingo (29) do Jornal de Brasília.

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