Menu
Brasília

Provas aplicadas em meios digitais ganha terreno em faculdade do DF

Arquivo Geral

09/10/2013 14h03

Agilidade, segurança para os alunos e provas mais equilibradas foram algumas das motivações que levaram a faculdade Estácio Facitec a adotar o sistema informatizado de aplicação de avaliações. Diferente das demais instituições que medem o conhecimento de seus alunos no papel, a instituição acredita que o auxílio da tecnologia é benéfico tanto para alunos como para professores. A maior parte dos estudantes da instituição já realiza hoje os exames pelo método.

 

Utilizada desde 2008, a tecnologia da informação associada às avaliações é utilizada desde a geração e cadastro de questões até a impressão dos comprovantes de respostas dos alunos depois de realiza-las. O processo começa quando cada educador cadastra um número determinado de questões, criadas com base na distribuição nos níveis de dificuldade difícil, médio e fácil no portal do aluno e professor. A partir do banco de questões, as provas são geradas com dificuldade equivalente aos alunos. “O sistema evita que alunos de disciplinas ministradas por professores diferentes tenham provas com níveis muito díspares”, explica o coordenador de Pedagogia e Matéria, professor André Monsores.

 

Monsores explica ainda que, como parte da proposta disciplinar da Estácio Facitec, os planos das disciplinas são criados com base no desenvolvimento de certas habilidades e o cumprimento de objetivos pelos alunos, ambos base para a geração das provas. “Com objetivos e habilidades iguais, não é justo que um aluno tenha uma prova mais fácil ou mais difícil só por cursar a disciplina com professor diferente”. Sendo assim, o gerador das provas é programado para gerar as avaliações com número certo de questões fáceis, difíceis e médias.

 

O passo seguinte, a aplicação das provas, acontece em laboratórios da instituição. Na chegada, o aluno apresenta a carteirinha e recebe um comprovante com indicação da sala, máquina em que deve realizar o exame e a senha de acesso. O procedimento agiliza o acesso às provas e ainda separa alunos da mesma turma evitando que façam as provas próximas umas as outras. Ao finalizar a prova, o aluno a envia para o sistema de correções e sai da sala já com o canhoto impresso das suas respostas. Para o aluno André Almeida do 1º semestre de Publicidade e Propaganda, além de ser mais rápido e prático, o sistema também é mais seguro. “Como saímos com as alternativas já impressas, temos como comprovar nossas respostas”.

 

Ao final do prazo de aplicação das provas, a correção das questões objetivas é enviada para o email do aluno que já tem uma prévia da sua nota. “Mal tinha saído da prova e as respostas já tinham chegado no meu email”, conta o aluno de Direito Isaque Siqueira. A aluna de jornalismo Aline Salermo lembra ainda a agilidade e maior facilidade que a tecnologia permite de recorrer das questões respondidas. Para aumentar a objetividade da correção das provas, elas são enviadas sem identificação dos alunos, com código, para os professores. “Isso evita possíveis mudanças de ânimos que possam surgir nos professores por corrigir as questões de determinados alunos”, completa André Monsores.

 

O gestor acadêmico da Estácio Facitec, professor Marco Antônio Veiga, explica que o sistema começou a ser usado em 2008 para aplicação das provas meritórias que tinham como objetivo selecionar os alunos com melhor desempenho para a concessão de descontos nas mensalidades. Em 2011 o sistema já era usado para aplicação de provas no turno matutino. Hoje a tecnologia já é aplicada para maioria dos alunos, exceto alguns exames como de desenhos e outros que por guardar particularidades são preferencialmente feitas no papel.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado