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Brasília

Projeto vai viabilizar cursos para profissionais que trabalhem com usuários de drogas

Arquivo Geral

24/12/2010 8h06

Bruna Sensêve
bruna.senseve@jornaldebrasilia.com.br

 

Um possível reforço às políticas públicas de combate e prevenção às drogas deve chegar ao Distrito Federal em meados de 2011. Nesta semana, a Escola Superior de Ciências da Saúde (ESCS) teve seu projeto selecionado pelo Ministério da Saúde e Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas (Senad) para viabilizar cursos de formação de profissionais que atuem nas redes de atenção integral à saúde e de assistência social com usuários de crack e outras drogas, além de seus familiares.

 

A ESCS passa a integrar um grupo de instituições de ensino superior federais e estaduais que gerarão 49 centros regionais de referência, em 19 estados brasileiros. A proposta da ESCS não será direcionada apenas ao profissionais do DF, mas também àqueles que atuam nos 22 municípios do Entorno que compõem a Rede Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride-DF).

 

Segundo o diretor-geral da ESCS, Mourad Belaciano, o projeto consiste em tentar articular os diversos atores envolvidos na luta contra o crack e outras drogas psicoativas. No caso da escola, através de cursos que possibilitem uma maior especialização do profissional na hora de lidar com o usuário e sua família. “A grande vantagem desse projeto é o caráter multisetorial e multiprofissional. Não podemos tratar apenas do usuário, mas é necessário articular os serviços de saúde, o serviço social e a secretaria de justiça e cidadania. Esses órgãos trabalhariam em conjunto contra essa grande questão. Não adianta trabalhar em uma ponta só e o outro lado ficar descoberto”, explica.

 

 

 

Leia mais na edição desta sexta-feira (24) do Jornal de Brasília

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