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Brasília

Projeto <i>Cultura nas Cidades</i> faz inclusão social em Ceilândia

Arquivo Geral

05/06/2009 0h00

A partir deste domingo (07/05), story o Projeto ‘Cultura nas Cidades’ dá mais um passo rumo à democratização da cultura no Distrito Federal. O projeto passará a inserir em sua programação semanal, ao menos uma atração, cujo artista tenha alguma deficiência. Em Ceilândia, dando início a mais esta proposta de cultura inclusiva, quem sobe ao palco é o tecladista e cantor Ariosto, deficiente visual, e morador da cidade.


Desde 2007 a Secretaria de Cultura, por meio de sua Diretoria de Inclusão Cultural, têm-se preocupado com a possibilidade de levar a arte para todas as pessoas. De lá para cá, muitos foram os avanços. Em 2007, em uma iniciativa inédita, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro adaptou um espaço reservado para os cegos. A partir desta edição, o grupo passou a contar com a audiodescrição.


Com o bom resultado da experiência, em 2008, veio mais uma mudança. Os filmes passaram a ser legendados, permitindo que os deficientes auditivos acompanhassem às Mostras.


O secretário de Cultura, Silvestre Gorgulho, enfatiza a necessidade de abrir as portas para todos. “O ‘Cultura nas Cidades’ é um projeto que tem como objetivo democratizar o acesso à Cultura, tanto para quem a produz, quanto para seu público. Se não damos condições aos artistas com deficiência, estamos ferindo nossa essência”, afirmou.


Para a diretora de Inclusão Cultural da Secretaria de Cultura, Dolores Tomé, trata-se de um espaço justo e que exprime a democracia. “A inclusão traduz o reconhecimento e a valorização dos que, ultrapassando as convenções estéticas, transformam suas próprias experiências em arte”, disse.


Em Ceilândia, o músico abre a programação dos shows às 17 horas. Na sequência, sobem ao palco três atrações locais. Por último, a festa fica por conta de ‘Angel Duarte’, ‘Móveis Coloniais de Acaju’ e da banda ‘Raimundos’.

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