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Brasília

Programa Adote uma Praça chega a 177 espaços públicos no DF

Iniciativa soma R$ 15 milhões em investimentos privados neste ano e formalizou 51 novas adoções e renovações nos últimos quatro meses

Redação Jornal de Brasília

03/11/2026 16h29

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Foto: Arquivo/Agência Brasília

O Distrito Federal conta atualmente com 177 espaços públicos adotados por empresas, comerciantes e moradores por meio do programa Adote uma Praça, coordenado pela Secretaria de Projetos Especiais (Sepe). A iniciativa promove ações de conservação e melhorias em áreas públicas, com o objetivo de ampliar as condições de lazer, convivência e circulação da população.

Nos últimos quatro meses, foram formalizadas 51 novas adoções e renovações, com expansão para 14 regiões administrativas. Santa Maria e Itapoã receberam os primeiros espaços incluídos no programa.

Investimentos privados

Neste ano, a iniciativa privada já investiu R$ 15 milhões na conservação, manutenção e revitalização de áreas públicas. Os serviços incluem jardinagem, paisagismo, recuperação de mobiliário urbano e melhorias em espaços de convivência.

As parcerias complementam o trabalho do poder público e podem reduzir os gastos governamentais com a manutenção dos locais adotados. Com isso, os recursos públicos podem ser direcionados a outras áreas prioritárias, como saúde, educação e segurança.

Benefícios para a comunidade

A conservação dos espaços públicos favorece o lazer, a convivência e a circulação de pessoas. Em áreas comerciais, as melhorias também podem atrair clientes, valorizar os estabelecimentos e beneficiar moradores e trabalhadores.

Segundo o secretário de Projetos Especiais do DF, Marcos Teixeira, o programa reúne diferentes formas de participação, desde empresas que desenvolvem projetos de paisagismo e revitalização até comerciantes e moradores que cuidam de praças e jardins próximos de suas atividades.

O Adote uma Praça permite que empresas e cidadãos assumam voluntariamente compromissos de conservação e melhoria de áreas públicas, por meio de termos de cooperação com o governo. Os espaços permanecem públicos e continuam disponíveis para toda a população.

Com informações da Sepe-DF

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