Francisco Dutra
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Uma nova proposta do Governo do Distrito Federal está sob avaliação dos professores da rede pública. Em uma reunião intermediada por parlamentares federais e distritais, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Universidade de Brasília (UnB), um acordo começou a ser costurado.
Uma lista de propostas foi encaminhada para os docentes. Amanhã às 9h30, na Praça do Buriti, o Sindicato dos Professores (Sinpro) fará uma assembleia para decidir se aceita e, com isso, termina a greve, que completará amanhã 52 dias. Caso os professores votem pelo acordo, é esperada para quinta-feira uma reunião na Secretaria de Educação para a definição do calendário de reposição das aulas.
O acordo oferecido pelo GDF não inclui aumento salarial direto para os docentes, mas apresenta a possibilidade de ampliação de benefícios. O auxílio saúde, por exemplo, passaria de R$ 110 para R$ 200. Outra proposta é a futura incorporação integral da Titularidade de Dedicação Exclusiva ao Magistério (Tidem) – medida que precisará de um projeto de lei a ser enviado para a Câmara Legislativa. Por hora, o GDF não poderia dar o benefício de imediato, mas se comprometeria a concedê-lo em quatro parcelas, ao longo de quatro anos.
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