Menu
Brasília

Precariedade nas escolas ficou comum

Arquivo Geral

10/09/2011 9h15

Kamila Farias

kamila.farias@jornaldebrasilia.com.br

 

 

As condições de algumas escolas públicas do Distrito Federal não atendem com segurança as crianças e adolescentes. As instalações de muitas escolas são incompatíveis com as atividades exigidas pelo nível de ensino. Prova disso, foi o caso do aluno de nove anos que morreu eletrocutado na Escola Classe 4 do Paranoá. O caso não é isolado. A reportagem do Jornal de Brasília percorreu algumas escolas da rede pública de ensino e constatou que a insegurança está presente em várias instituições. 

 

 

O Centro Educacional 1 do Cruzeiro, por exemplo, está em situação precária. Os tacos estão soltos, a fiação descoberta, há infiltração, portas quebradas, janelas e luminárias caindo, entre vários outros problemas. A escola está há 47 anos sem receber reformas.

 

 

A diretora Lúcia Castro reforça as necessidades e pede que, pelo menos, a fiação elétrica seja trocada. “Precisamos praticamente derrubar e construir uma nova escola. Mas a parte elétrica é a fundamental, principalmente porque os fios estão todos descobertos e me preocupei com o que aconteceu no Paranoá”.

 


Leia mais na edição deste sábado (10) do Jornal de Brasília.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado