Francisco Dutra
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A vida do brasiliense é sofrida em 72 pontos do Distrito Federal. Nestes locais, as mazelas sociais, familiares e individuais da população estão além dos limites aceitáveis. Conhecidos pelo nome de Territórios de Vulnerabilidade Social (TEVS), nestes lugares a população não vive bem.
Seja por problemas sociais, como falta de infraestrutura, até questões familiares e individuais, a exemplo da pobreza e da carência de estudo. Problemas como trabalho infantil e exploração sexual também estão relacionados com a questão da vulnerabilidade.
O levantamento dos TEVS foi traçado por uma pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). No mapa dos pontos críticos para o cotidiano da população, o local com maior índice de vulnerabilidade social é o Condomínio Sol Nascente, em Ceilândia.
Nesta região, a população sobrevive com a taxa de vulnerabilidade de 74,2%. Ocupando a segunda e terceira posições na escala do “não viver bem”, encontram-se a Fazendinha, em Itapoã, e a região da QNM, também em Ceilândia. Bem acima da média registrada nos TEVS do DF, que está na marca de 50,5%.