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Brasília

Policial que matou esposa será julgado pelo Júri de Taguatinga

Arquivo Geral

23/07/2009 0h00

O Tribunal do Júri de Taguatinga julga nesta quinta-feira (23), drug a partir das 9h, o agente de polícia Jorge Santana Chaib, acusado de matar a companheira Eleuza Rocha de Oliveira. Ela tinha 35 anos à época do fato e deixou um filho menor. Segundo a denúncia, Eleuza foi morta porque manifestou o desejo de romper o relacionamento que mantinha com o acusado.

O crime aconteceu na noite de 11/8/1999, na QSB 11, Taguatinga-Sul, onde o casal vivia. De acordo com o processo, o réu espancou a vítima antes de executá-la com um tiro na cabeça.

O acusado nega a autoria do assassinato e afirma que a mulher se suicidou. Em seu depoimento, ele conta que estava tomando banho quando ouviu um som, que não identificou, vindo do quarto do casal. Alguns minutos depois, quando saiu do banheiro, encontrou sua companheira Eleuza sentada no chão com a cabeça apoiada no colchão da cama do casal, sangrando bastante e o revólver do acusado caído no chão, próximo ao corpo.

Uma testemunha relatou que ouviu do acusado que ele havia discutido com a mulher no dia do crime. Tal briga, no entanto, não foi citada por Chaib em seu interrogatório. Outros depoimentos afirmam que a vítima reclamava de sofrer espancamentos e ameaças de morte. Ela também dizia que o companheiro não aceitava o filho do casal, dizendo que, pela contagem dele, a criança não poderia ser sua.

O acusado será julgado por homicídio qualificado por motivo fútil (já que há notícia de que ela foi morta porque quis romper o relacionamento) e praticado com crueldade (porque foi espancada). O crime está previsto no art. 121, § 2º, incisos I e III do Código Penal, com pena de 12 a 30 anos de prisão.

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    22/07/2009 0h00

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    O crime aconteceu na noite de 11/8/1999, na QSB 11, Taguatinga-Sul, onde o casal vivia. De acordo com o processo, o réu espancou a vítima antes de executá-la com um tiro na cabeça.


    O acusado nega a autoria do assassinato e afirma que a mulher se suicidou. Em seu depoimento, ele conta que estava tomando banho quando ouviu um som, que não identificou, vindo do quarto do casal. Alguns minutos depois, quando saiu do banheiro, encontrou sua companheira Eleuza sentada no chão com a cabeça apoiada no colchão da cama do casal, sangrando bastante e o revólver do acusado caído no chão, próximo ao corpo.


    Uma testemunha relatou que ouviu do acusado que ele havia discutido com a mulher no dia do crime. Tal briga, no entanto, não foi citada por Chaib em seu interrogatório. Outros depoimentos afirmam que a vítima reclamava de sofrer espancamentos e ameaças de morte. Ela também dizia que o companheiro não aceitava o filho do casal, dizendo que, pela contagem dele, a criança não poderia ser sua.


    O acusado será julgado por homicídio qualificado por motivo fútil (já que há notícia de que ela foi morta porque quis romper o relacionamento) e praticado com crueldade (porque foi espancada). O crime está previsto no art. 121, § 2º, incisos I e III do Código Penal, com pena de 12 a 30 anos de prisão.

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