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Brasília

Policial Civil surta, destrói veículo em estacionamento e humilha pessoas sob a mira de uma pistola

Arquivo Geral

30/09/2013 9h14

Um policial civil teria sofrido um surto psicótico por volta de 7h30 de hoje, na QS 104 de Samambaia Sul. Ele estava armado com uma pistola e teria ameaçado e humilhado pessoas que estavam próximas ao local. Sobrou até para o proprietário e o funcionário de uma padaria, que tiveram que obedecer ordens do homem transtornado.

 

Segundo testemunhas, ele destruiu um GM/Celta vermelho que estava estacionado em um estacionamento privado de um prédio, onde ele mora. Ele teria depredado o veículo em todos os lados. O interior do veículo foi tomado por lixo, que também teria sido jogado pelo policial.

 

A polícia informou que o carro seria do policial, porém, o verdadeiro dono do veículo viu toda a ação e não pode fazer nada. O homem, não satisfeito, teria saído do local, atravessado a rua e ido em direção a uma padaria. Lá, ele teria obrigado o dono do estabelecimento a beijar os pés de um funcionário. Além disso, ele teria despejado um galão de ketchup na cabeça do proprietário, além de derrubar das prateleiras alimentos industrializados e fabricados na padaria.

 

As testemunhas disseram ainda que ele obrigou um homem a comer lixo, rolar na lama e beber a água suja. A situação só foi controlada depois que a Polícia Militar chegou e dominou o homem. As câmeras de segurança da padaria registraram toda a ação do policial, inclusive o momento em que ele rende os funcionários com a pistola, os obriga a ir para o segundo andar e atirar os sacos de farinha ao chão.

 

Os alimentos que estavam na câmara fria foram jogados no chão. O circuito interno registrou ainda o momento em que o homem obriga o proprietário da panificadora a tirar a roupa.

 

Passado o incidente, o dono da padaria foi até a 32ª DP, onde o mesmo polcial está lotado e prestou queixa.

 

Segundo a 32ª DP de Samambaia Sul, o policial passava por tratamento psiquiátrico e fazia trabalhos internos desde que iniciou o tratamento. O caso foi enviado à Corregedoria da Polícia Civil e será analisado.

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