Segundo a Policia Civil, a prova que faltava para incriminar o oficial da Policia Militar acusado de ter matado a mulher, Deijaci Sosa Rodrigues de 39 anos e ter atirado contra o enteado de 16 anos, na madrugada de segunda-feira (3), está em poder do delegado que cuida do caso.
A arma de fogo de calibre 38, contendo ainda cinco cápsulas deflagradas, foi entregue ao advogado Geraldo Cortes, que irá defender o acusado de homicídio duplamente qualificado, por motivo fútil e impossibilidade de defesa da vitima.
O advogado do militar contou para a policia que o acusado tentou se suicidar, após cometer os crimes. Ele explicou que a arma disparou na perna acidentalmente antes de apontá-la para a cabeça. “A bala acabou acertando sua perna. Logo depois ele me contou que voltou a levar o cano da arma até a cabeça e apertar o gatilho, mas não havia mais balas na arma, que tem capacidade para cinco disparos”, explicou. Os outros quatro projéteis foram usados para balear Deijaci.