Carlos Carone
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As investigações em torno do homicídio da estudante de Direito Suênia Sousa Farias, 24 anos, assassinada na sexta-feira última, ainda se concentram na arma do crime, que permanece desaparecida, e em outras evidências que materializam a autoria do crime pelo professor Rendrik Vieira Rodrigues, 35.
Ao mesmo tempo em que procuram pela arma de fogo, que ele disse ter jogado em um matagal nas proximidades do Jockey Club de Brasília, os policiais tentam identificar onde a arma teria sido comprada. O telefone celular da vítima e o computador usado pela estudante já estão sendo periciados no Instituto de Criminalística (IC) da Polícia Civil.
Em seu depoimento prestado na 27ª Delegacia de Polícia (Recanto das Emas), Rendrik confessou ter comprado uma pistola calibre 380 de forma irregular. Ele teria pago R$ 500 pela arma, sem registro e com número de identificação raspado. De acordo com uma fonte policial ouvida pela reportagem, existem diversos pontos de venda de armas e drogas espalhados pelo DF.
“As chamadas feiras do rolo passaram a funcionar de forma itinerante, geralmente nos fins de semana e por poucas horas. No final da manhã as feiras já terminaram. Sobradinho, Planaltina, Ceilândia e Recanto das Emas são alguns locais que pessoas realmente interessadas não encontram dificuldade em comprar armas”, contou o policial.
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