O delegado-chefe da 1ª Delegacia de Polícia, Anderson Espíndola, indiciou o dono de uma escola responsável por dar curso e alugar equipamentos para a prática do stand up paddle pela morte de um rapaz que morreu afogado no Lago Paranoá no ano passado. P.J.R, foi indiciado por homicídio culposo, quando não há intenção de matar, nesta segunga-feira (23).
No ano passado, um jovem de 19 anos morreu após cair da prancha quando praticava o esporte. R.A.C havia contratado o serviço desta escola por R$ 50. O valor incluía o aluguel do equipamento e o curso de utilização.
Segundo a polícia, é dever da escola fornecer o colete salva-vidas, que não foi utilizado pelo jovem que não sabia nadar. A investigação aponta ainda que a escola descumpriu a regra básica para esportes náuticos quando não ofereceu o equipamento.
De acordo com Anderson Espíndola, o curso oferecido também teria sido insuficiente. “O curso teria sido ministrado por um jovem de 15 anos, quando deve ser dado por um profissional de educação física habilitado para isso”, afirmou. A informação é de que o curso teria durado apenas cinco minutos.
Se condenado, P.J.R pode pegar até três anos de prisão.