Marôa Pozzebom
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O cenário é de total abandono. Com o período de chuvas, a piscina de ondas do Parque da Cidade está com uma grande quantidade de água parada. A proliferação do mosquito em espaços públicos e residências ameaça aumentar, caso uma “operação tartaruga” seja desencadeada amanhã pelos agentes da Vigilância Ambiental, diminuindo o número de visitas em busca de focos do mosquito transmissor, Aedes aegypti.
Não é possível garantir que a piscina está contaminada pela larva do mosquito da dengue, pois os agentes de saúde não analisaram a água neste ano.
O técnico judiciário Ebenézer Alves dos Santos, 28 anos, frequenta o Parque desde criança e atualmente pratica corrida e ciclismo. Ele recorda o tempo em que a piscina funcionava, mas ao mesmo tempo expressa preocupação com o local.
“Adorava essa piscina quando menino, mas não é possível que esse descaso continue ocorrendo. Essa situação da água parada beneficia a proliferação do mosquito da dengue. Ou a piscina é reativada ou algo é construído no local, só não dá continuar do jeito que está”, avalia.
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