Da Redação
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Quem frequenta a Ermida Dom Bosco tem como cartão de visitas muito lixo, mato alto e pichações. Sem segurança, o lugar depende da boa vontade dos usuários e da vizinhança para se manter. Visitantes reclamam da falta de infraestrutura, dizem que o espaço se tornou um motel a céu aberto, ponto de uso de drogas e que é utilizado para festas regadas a muita bebida e som alto. Os frequentadores são unânimes em afirmar que um dos principais cartões-postais da cidade está esquecido.
O espaço é grande, mas toda a área fica constantemente repleta de lixo. Garrafas e latas de bebidas alcoólicas provam que o espaço é frequentemente utilizado para a realização de festas. Ildene da Silva Ferreira, que trabalha como porteiro no local, há seis anos, conta que sempre existiu o problema da sujeira. “Nos últimos meses está pior, mas os visitantes sempre reclamaram disto, da falta de lixeiras”, conta.
A falta de estrutura causa indignação aos visitantes. Os banheiros, inaugurados em janeiro de 2008, nunca foram oficialmente colocados à disposição e se encontram depredados. Faltam torneiras, lâmpadas, estão pichados e sujos e com um mau cheiro insuportável.
Este mês, a capela, que estava pichada e com as portas de vidro quebradas, passou por uma pequena reforma, financiada por noivos, para a realização de um casamento. O santuário que dá nome ao parque se mantém conservado, mas é vigiado por um segurança particular durante todo o dia.
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