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Brasília

Pesquisadores indígenas se encontram na UnB

Arquivo Geral

14/07/2009 0h00

A partir desta terça-feira, prescription e até o dia 17 de julho, abortion lideranças de organizações não-governamentais, recipe especialistas, estudantes, pesquisadores e profissionais indígenas vão se reunir para debater sobre o futuro da educação superior para os Povos Indígenas.


Para o diretor do Instituto de Ciências Sociais da UnB, Gustavo Lins Ribeiro, este momento é histórico. “É o primeiro encontro, acredito que muitos outros virão. É importante ressaltar que a UnB e todos os setores envolvidos abraçaram essa causa pela sua enorme importância”, avalia.


Nestes quatro dias de encontro, mesas redondas, palestras e grupos temáticos vão discutir sobre o significado de estar no ensino superior e os obstáculos que os jovens indígenas ainda encontram. “Devemos levar em conta que já conquistamos muito, mas não o suficiente”, afirma Ribeiro.


Encontro Intercultural
Gersem Luciano, diretor executivo do Centro Indígena de Estudos e Pesquisa (Cinep), coordenador e palestrante do Congresso, acredita que o objetivo do evento é realizar um encontro intercultural. “A universidade oferece novos caminhos, como a tecnologia e a ciência, e os jovens indígenas vêm para este ambiente com uma grande bagagem de conhecimentos que a universidade não possui. É uma troca”, diz.
 
Um dos apoiadores do evento é a Embaixada do Reino da Noruega. O país é engajado na questão indígena, participa de 21 projetos sobre o tema no Brasil. Este apoio está baseado na convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que visa ajudar no reconhecimento dos diretos dos índigenas e proporcionar condições para que se tornem independentes em lutar por seus interesses.


Segundo o assessor para assuntos indígenas da embaixada do Reino da Noruega, Cristian Bengtson, o Brasil está no caminho certo para a autonomia dos povos indígenas. “Podemos observar que cresce a presença dos jovens indíos na universidade, e esse é o caminho para que eles não dependam mais dos não-índios”.

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