Bruno Peres
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Diante da impossibilidade de atendimento junto à rede pública de saúde, inúmeros pacientes precisam recorrer à Justiça para conseguir medicamentos ou realizar consultas, exames e cirurgias. O caminho, após o sofrimento em intermináveis filas de espera, aponta para a Defensoria Pública, onde inúmeros cidadãos buscam ajuda diariamente.
Reportagem publicada ontem pelo Jornal de Brasília mostrou que, mesmo sendo uma prioridade do novo governo, a saúde pública ainda se encontra em estado de emergência. São diversas as queixas da população e de profissionais de saúde sobre a situação da rede pública. As causas do descaso em que se encontra a saúde são de conhecimento da população e de autoridades. A solução vislumbrada a médio e longo prazos pelo governo se dará por meio de investimentos não só em infraestrutura como também em recursos humanos.
A curto prazo, entretanto, quem aguarda atendimento torce para que o consiga em tempo hábil para sobreviver.
É o caso da mulher de Juaíldes Gomes da Silva, de 73 anos. Segundo relata o pioneiro, há mais de quatro anos Maria Gomes da Silva luta para conseguir “levantar da cama”, já que dores na coluna a impedem de andar desacompanhada. Na última quinta-feira, ele voltou mais uma vez ao Núcleo Especializado de Saúde da Defensoria Pública para tentar uma ajuda na marcação da cirurgia no Hospital de Base. Com as idas e vindas tentando agendar a cirurgia da mulher, Juaíldes acumulou inúmeros pareceres e exames médicos. “A situação é lamentável. Tudo é laudo”, diz.
Leia mais na edição desta segunda-feira (04) do Jornal de Brasília.