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PCDF participa de Seminário de Ciências Policiais nesta quinta

O evento será realizado de forma virtual e tem como objetivo integrar atividades de ensino e difundir o conhecimento produzido

Foto: Divulgação/PCDF

Nesta quinta-feira (4), das 14h às 18h, delegados e agentes da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) participarão do evento científico-cultural Ceilândia Integrando Ensino, Pesquisa e Extensão (Ceinepe), promovido pelo Instituto Federal de Brasília (IFB). Os policiais irão apresentar trabalhos de conclusão da pós-graduação junto à Escola Superior da Polícia Civil (ESPC), no Seminário de Ciências Policiais, que faz parte da programação.

O evento, que será realizado de forma virtual, tem como objetivo integrar atividades de ensino, difundir o conhecimento produzido por servidores e discentes do campus e permitir a troca de experiências entre eles e a comunidade. As inscrições são gratuitas.

O programa de pós-graduação da PCDF, por meio da Escola Superior de Polícia Civil (ESPC), é realizado em parceria com o IFB e com a Fundação Universidade Aberta do Distrito Federal – FUNAB. O curso tem duração de até dois anos. “Fomos convidados pelo Instituto e aproveitamos o espaço para divulgar os trabalhos produzidos por nossos alunos. Será uma troca de experiências muito especial para os participantes”, explica o Diretor da Divisão de Ensino Superior da Escola, delegado Fernando Cesar Costa.

De acordo com o delegado, os trabalhos produzidos são também uma forma de melhorar os serviços prestados ao cidadão do DF. “São estudos que buscam ainda mais eficiência, pois a partir deles poderemos implementar novas rotinas dentro da instituição”, completa.

Um dos participantes, titular da Coordenação de Repressão às Drogas (Cord), delegado Rogério Oliveira, irá abordar o Sistema de Alertas Rápidos de Substâncias Psicoativas. “Tratam-se de substâncias que não estão catalogadas, mas que ao serem apreendidas, o autor não poder ser autuado pelo material não fazer parte da lista de substâncias entorpecentes”, explica.

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O trabalho mostra a importância da criação de um banco de dados de compartilhamento e abastecimento nacional pelas polícias judiciárias estaduais. “Atualmente, o banco é abastecido apenas pela Polícia Federal. Se a inclusão de informações fosse feita por polícias de todo o país, teríamos mais informações, ainda mais rapidamente. Entre 2017 e 2020, identificamos 34 substâncias que estavam com traficantes, que não estavam identificadas como substância entorpecente. Após perícia, enviamos para Anvisa, para que fossem catalogadas”, explica.

A titular da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher I (Deam I), delegada Ana Carolina Litran, apresentará a Análise do Protocolo de Feminicídio da Polícia Civil do Distrito Federal e o Comportamento dos Registros Policiais. “Foram analisados os casos de feminicídios consumados no Distrito Federal, entre 2017 e 2020, ou seja, desde a implementação do Protocolo de Feminicídio da PCDF”, esclarece.

Outro trabalho, “Sustentabilidade e Tecnologia: Um estudo sobre Tecnologia da Informação Verde na Polícia Civil do DF”, que será apresentado pela agente Aline Cabral, mostra ações voltadas à sustentabilidade que vem sendo adotado pela instituição policial. “Além dessa avaliação, foram propostas ações para o controle de impressões, descansos de tela e descarte adequado de eletrônicos”, finaliza.

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A pós-graduação da PCDF é voltada para polícias judiciárias do DF, dos Estados e da União (Polícia Federal), membros das forças armadas e polícias militares que atuem em investigações de crimes militares, servidores das embaixadas sediadas no DF que têm atribuições de Polícia Judiciária. A próxima turma deve ser aberta ainda neste semestre.

Veja aqui a programação.

As informações são da Agência Brasília

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