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Brasília

Pais do bebê 7 bilhões no DF querem que a cidade fique melhor para ele

Arquivo Geral

01/11/2011 6h30

Kamila Farias

kamila.farias@jornaldebrasilia.com.br

 

Com quase três quilos e com 48 centímetros, Arthur nasceu no Hospital Brasília em um dia atípico. Hoje é a data simbólica, estimada pela Organização das Nações Unidas (ONU), em que o planeta atinge a marca de sete bilhões de habitantes. Ilustrando esse novo número, a estimativa dos pais do pequeno Arthur é que o Distrito Federal ainda melhore muito para acolher o seu mais novo habitante.

 

O primeiro filho do casal ainda não sabe o que terá pela frente, mas se depender da vontade dos pais conseguirá passar por todos os anos sem muitos obstáculos. “O DF precisa ainda de muitas mudanças e melhorias. Seja na saúde, educação, trânsito, está tudo péssimo no momento. Graças a Deus temos condições de ter um plano de saúde e ele nasceu aqui, mas tem gente que não pode”, conta o pai Aramis Souza, 33 anos.

 

Mesmo assim, as expectativas são positivas. “Na nossa época as coisas já são difíceis, imagina na dele. Mas tomara que possamos dar uma educação correta e conseguir dar tudo para ele. E que seja um vencedor”, planeja Aramis. A mãe de primeira viagem, Suziane Fernandes Souza, 30 anos, também vê um futuro de tranquilidade para o pequeno. “É uma experiência maravilhosa e espero que ele seja muito feliz. Que o DF tenha menos violência, pois o resto, com saúde e trabalho nós conquistamos”, comenta.

 

Leia mais na edição desta terça-feira (01) do Jornal de Brasília.

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