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Paco Britto entrega cheque para investimento voltado a crianças e adolescentes

Mais de 15 mil crianças e adolescentes serão atendidos nas mais variadas linhas de ações entre as propostas aprovadas pelo DF

Foto: Vinícius de Melo/Agência Brasília

Em solenidade ontem no Palácio do Buriti, 21 instituições que apresentaram projetos voltados para crianças e adolescentes e foram selecionadas receberam cerca de R$ 20 milhões do FDCA-DF para colocarem as ideias em prática.

No Recanto das Emas, salas de atendimento serão construídas para diminuir o alto índice de evasão escolar. Em Planaltina, Gama e Estrutural, profissionais de creches serão capacitados para promover uma primeira infância mais saudável. No Pôr do Sol, aulas de práticas esportivas, dança e música serão oferecidas às crianças e adolescentes da comunidade.

Estes são alguns exemplos de projetos que foram aprovados pelo Governo do Distrito Federal (GDF) para receberem investimentos do Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente do Distrito Federal (FDCA-DF).

“Com a pandemia, foi necessário um olhar mais atento do governo para a saúde, mas as demais áreas não foram esquecidas. Hoje, mais uma prova da sensibilidade do governador Ibaneis Rocha com o DF como um todo, mostrando seu respeito e atenção aos meninos e meninas da capital”, enfatizou o vice-governador Paco Britto.

“A cidade do governador Ibaneis é essa, que tem saúde, que realiza obras, que investe em educação, em segurança, que dá protagonismo à mulher, que apoia o empreendedorismo, que salva a economia, ajuda os vulneráveis e investe no futuro que são as crianças e adolescentes”, concluiu.

De acordo com a titular da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus) Marcela Passamani, o fundo, vinculado à pasta, existe há mais de 20 anos e é alimentado por doações de pessoas físicas e jurídicas, além de receber recursos oriundos do rendimento líquido de tributos pagos pela população.

“Isso mostra como a retomada da economia promovida pelo GDF favorece também o fomento de políticas públicas. O empenho do governo conseguiu proporcionar um superávit no fundo que vai beneficiar a ponta, que são as 700 mil crianças e adolescentes do DF”, destacou.

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As ações que serão promovidas a partir de agora pelas instituições contempladas são voltadas à promoção e defesa dos direitos de crianças e adolescentes do DF em várias linhas, como formação e capacitação, saúde; fortalecimento institucional, por meio de construção, reforma e aquisição de bens permanentes; pesquisa e diagnóstico da situação da infância e adolescência; mobilização e organização para o protagonismo infanto-juvenil; promoção e fortalecimento da cultura e paz; fortalecimento da primeira infância; enfrentamento ao trabalho infantil, à violência doméstica e sexual; acolhimento institucional e familiar, e atendimento às medidas socioeducativas.

O Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente do Distrito Federal existe há mais de 20 anos e é alimentado por doações de pessoas físicas e jurídicas, além de receber recursos oriundos do rendimento líquido de tributos pagos pela população

Agraciado com cerca de R$ 1,1 milhão, o Instituto Tocar, com sede na Asa Norte, está focado em trabalhar as raízes das famílias, capacitando monitores e educadores da primeira infância para promoverem uma infância saudável. “A transformação social tem que ser estabelecida na primeira infância. Já temos creches credenciadas de várias RAs, que serão beneficiadas com o projeto de treinamento e capacitação para profissionais”, adiantou a fundadora e presidente do instituto, Regina de Almeida.

O Instituto Meninos do Pôr do Sol também teve seu projeto aprovado e promete mudar a realidade de mais de 700 crianças e adolescentes da região no próximo ano. “Serão várias modalidades esportivas, como futsal, judô, balé, música, dança e informática, além de assistentes sociais e psicólogos atendendo as famílias”, explicou a representante da organização, Taila Grabriela.

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Para o presidente do Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente do DF (CDCA-DF), Eduardo Chaves, embora a pandemia tenha agravado diversos problemas na política da infância, afetando, inclusive, a saúde mental de crianças e adolescentes, fomentar os projetos de promoção, proteção e defesa desse público é resultado de muito trabalho e dedicação da sociedade civil e do governo. “Este é um momento histórico. Sociedade civil e governo se uniram para avançarmos e estamos conseguindo trabalhar, vencendo a burocracia e promovendo políticas públicas importantes”, apontou.








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