Brasília

Novo presidente da CEB quer modernizar canais de atendimento

Frederico Candian diz não ter dúvidas de que a nova gestão vai “promover as transformações necessárias” na empresa

Por Willian Matos 05/03/2021 7h29
Imagem cedida ao Jornal de Brasília

Após a oficialização da venda da CEB Distribuição ao grupo Neoenergia na última terça-feira (2), a estatal tem um novo presidente: Frederico Jacob Candian. O mandatário chega com um objetivo central: modernização. O foco, segundo Candian, é oferecer conforto aos usuários.

“Encaro o momento atual como grande alegria e disposição, convicto de que iremos promover as transformações necessárias na Neoenergia CEB-D, como foco na modernização do sistema elétrico implantando inovações tecnológicas e na oferta de canais de atendimento que facilitem o relacionamento e ofereçam conforto aos nossos clientes”, afirma o novo presidente.

Engenheiro elétrico formado na Universidade Federal de Juiz de Fora-MG, Frederico Candian também é mestre em Engenharia Elétrica (UNESP) e MBAs de Gestão Empresarial (FGV) e Business and Management for International Professionals (Universidade da Califórnia – EUA). 

Sua última função antes de assumir a presidência da Neoenergia CEB-D era de Diretor de Processos e Tecnologia de Redes da Neoenergia. Foto: Divulgação

Na visão do CEO da Neoenergia, Mario Ruiz-Tagle, o plano de investimentos da CEB-D para 2021 prevê lucro triplicado em relação aos anos passados. “O Distrito Federal é uma região estratégica e institucionalmente importante do país com alta capacidade de atração de novos investimentos dos segmentos comerciais e industriais”, comentou. “Vamos capacitar a nossa estrutura de elétrica para que ela ajude a impulsionar essa capacidade de atração para estimular o desenvolvimento regional”, prosseguiu o CEO.

Ibaneis quer infraestrutura

Após assinar o contrato de compra e venda da CEB Distribuição, o governador Ibaneis Rocha comemorou o que chamou de “início de um ciclo” e projetou investir os R$ 2,51 bilhões em infraestrutura.

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“Você tem um modelo de privatização onde o recurso entra não para pagar dívida, porque as contas do distrito federal estão, graças ao André Clemente [secretário de Economia], ajustadas”, declarou o governador. “Esse recurso entra hoje para ser investido naquilo que importa para a população do DF, que é infraestrutura. Nós precisamos melhorar a infraestrutura do Distrito Federal.”






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