Acusado de ser o mandante de um assassinato, o empresário Nenê Constantino, fundador da companhia aérea Gol continua sendo obrigado a cumprir medidas restritivas impostas pela justiça. Constantino, que também é fundador do Grupo Planeta – que faz parte do transporte público do DF -, continuará sendo obrigado a ficar em casa nos fins de semana e à noite. A determinação da justiça impõe ainda que o empresário não pode viajar, a não ser que seja com autorização judicial.
Os advogados de constantino entraram recursos para suspender as restrições, mas nenhum deles foi atendido. O passaporte dele ainda está retido.
ACUSAÇÃO
O crime pelo qual Nenê Constantino é acusado ocorreu em outubro 2001. Segundo a justiça, ele é o mandante do assassinato do líder comunitário Márcio Leonardo de Souza Brito, e de uma tentativa de homicídio, em 2008, contra o seu ex-genro, Eduardo Queiroz.
Na época, Constantino teve a prisão domiciliar decretada, mas um recurso no STJ cassou a ordem de prisão e o livrou da punição em outubro de 2012.