Ana Paula Andreolla e Carlos Carone
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O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) deve denunciar, ainda hoje, o professor Rendrik Vieira Rodrigues, 35 anos, pelo assassinato da aluna Suênia Sousa Farias, 24 anos. Além de redigir a denúncia, o promotor responsável pelo caso, Maurício Miranda, estuda quais serão as primeiras diligências que irá requerer para ajudar a esclarecer o homicídio.
Na noite de ontem, foi celebrada a missa de sétimo dia da jovem, que estava prestes a se formar no curso de Direito pelo Centro Universitário de Brasília (Uniceub) – instituição em que Rendrik lecionava disciplinas da grade do curso. Suênia foi morta há uma semana e o professor confessou que teria atirado em sua aluna por não suportar a ideia de que ela rompeu o relacionamento com ele para reatar com o ex-marido.
O crime foi registrado na 27ª Delegacia de Polícia (Recanto das Emas), local em que o professor se entregou, junto com o corpo da estudante, porque seria amigo de um dos delegados que atuam na área. Apesar da suposta amizade que teria com Rendrik, o delegado em questão, Ricardo Pedroza Martirena, alega, em depoimento, que deu voz de prisão imediata ao constatar o homicídio.
Leia na edição desta sexta-feira (07) do Jornal de Brasília.