Kamila Farias
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Os moradores do Guará I têm uma grande variedade de comércio à disposição. Os das quadras 3, 5, 7 e 9, por exemplo, podem encontrar, na casa do vizinho, uma roupa que goste, uma comida boa ou algum outro serviço que necessitem. Com essa clientela garantida vários moradores decidiram investir em suas casas como um lugar para também gerar renda.
É o que fez a comerciante Ilza de Paiva, que trabalha há quatro anos com brechó, e há dois, no Guará. No terraço de casa, ela expõe as peças que, segundo ela, são muito procuradas. “Vendo coisas novas e usadas e tem muita gente procurando, sempre. Por isso, o brechó é minha única fonte de renda”, afirma. Na loja, Ilza oferece roupas, calçados, acessórios, utensílios para casa e brinquedos.
De acordo com o diretor de Obras da Administração Regional do Guará, Rubens Mendes, muitos desses comerciantes e prestadores de serviços são legalizados. A autorização é dada apenas quando há avaliação do serviço e da localização em que será instalado. “Dependendo do endereço onde será implementado, é permitido. A maioria tem autorização e alvará. A gente vê o que ele vai desenvolver e autoriza”, esclarece. Influencia também se a casa é mais para o interior ou para fora quadra.
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