Gabriella Bontempo
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Asfalto remendado e buraco por toda parte. É assim que os moradores da Quadra 10 do Gama Oeste convivem com as vias em frente as residências. E isso mesmo sem que o período chuvoso tenha chegado. De acordo com os moradores, com a água e o desgaste natural, as pistas deverão ceder ainda mais e danificar os veículos que passam por ali, diariamente.
Para o vigilante Aldair Ferreira de Castro, 29 anos, esse problema acontece porque o asfalto é de má qualidade, e também pela quantidade de remendos. “O governo arrumou as principais vias. Lá, o asfalto é bom. Nas ruas onde têm as casas o que eles fazem é apenas tapar buracos, aí a pista vai ficando irregular”, relata. Segundo ele, o problema não é exclusivo da quadra, o Gama inteiro sofre com o asfalto.
O repositor João Leite da Silva, 26 anos, mora na quadra há dois meses. “É buraqueira que não acaba mais. Andando pelas ruas da cidade a gente vê a quantidade. É muito imposto que está sendo pago para não se ter nenhum retorno. Para mim, isso é um descaso com a população”, afirma. Ele lembra que, além do desconforto, com as chuvas, os buracos viram poças no meio da rua. Para desavisados e crianças, elas se tornam um perigo.
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