Contrariando a tendência nacional de alta, em agosto a inflação desacerelou no Distrito Federal, dando um pequeno alívio ao bolso do brasiliense. Enquanto no País o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou o mês com uma variação positiva de 0,37%, ficando 0,21 ponto percentual acima da taxa de 0,16% registrada em julho, no DF o índice passou de 0,60% para 0,39%, queda de 0,21 ponto percentual (ou 35%). Ainda assim, a inflação em Brasília continua superando o índice nacional.
No período, as maiores altas foram verificadas em artigos de residência e moradia, com preços 0,93% e 0,91% maiores do que no mês anterior, respectivamente. No primeiro, a escalada mais expressiva foi registrada no preço dos eletrodomésticos, com destaque para refrigerador e máquina de lavar. Já no segundo, o grande responsável pela alta foi o aluguel residencial. Em seguida aparecem os grupos saúde e cuidados pessoais, com avanço de 0,83%, e despesas pessoais, que subiram em média 0,76% no DF.
Altas menos expressivas foram verificadas em alimentação e bebidas (0,57%), vestuário (0,24%) e educação (0,02%), impulsionadas principalmente pelo avanço no preço da carne; o fim das promoções de inverno e a entrada da coleção primavera-verão nas lojas e os reajustes nas mensalidades das escolas no segundo semestre do ano letivo.
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