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Brasília

Mês das crianças: Calendário do Bem ajudará crianças e adolescentes acolhidos no Distrito Federal

Arquivo Geral

15/10/2013 9h05

Outubro é o mês das crianças, um período de alegria e comemorações, mas que também propõe uma reflexão sobre os milhares de jovens que vivem, hoje, em abrigos espalhados pelo país, sem o apoio e carinho de uma família. Pensando nisso, o projeto Calendário do Bem, do Instituto João Paulo II em parceria com a rede Canção Nova, agraciará, neste mês das crianças, o Aconchego – Grupo de Apoio A Convivência Familiar e Comunitária. Criado em 2012, o Calendário do Bem tem como objetivo gerar recursos financeiros às fundações e entidades parceiras por meio de doações financeiras

 

Para contribuir com o grupo, há 15 anos em atividade em Brasília, basta adquirir um calendário na sede do Aconchego, visitar o site www.clube.cancaonova.com ou as lojas da Canção Nova espalhadas por todo o país.  O valor do boleto é aberto, podendo o contribuinte pagar, em qualquer lotérica ou banco, o valor que quiser, desde que seja igual ou superior a R$ 30. Parte dos recursos arrecadados com as vendas, durante o mês de outubro, será repassado ao Aconchego e investido em ações do grupo, que conta com diversos programas como o Adoção Tardia, que, entre outras coisas, realiza oficinas de adaptação para pais em processos de adoção tardia, e o Irmão Mais Velho, que tem como objetivo estimular atividades sócio-educativas com  crianças e adolescentes em situação de acolhimento institucional.

 

De acordo com a vice-presidente do Aconchego, a advogada Fabiana Gadêlha, os recursos da campanha ajudarão no desenvolvimento de atividades sociais que promovam o direito de crianças e adolescentes acolhidos de viverem em família, além de contribuir com a construção de uma sede própria.

 

 “É uma iniciativa importante que ampliará nossa capacidade de trabalho na aquisição de equipamentos e contratação de profissionais para trabalhar com os meninos e meninas que moram nas instituições do Distrito Federal, com as famílias que desejam adotar e em uma nova cultura de adoção, onde a criança é o centro de nossos interesses”, afirma Gadêlha, mãe por adoção.

 

De acordo com dados do Cadastro Nacional de Adoção (CNJ), existem cerca de 5.500 crianças e adolescentes esperando por adoção. Desses, cerca de 88% têm idades entre 7 e 17 anos. A preferência dos pretendentes à adoção ainda é por crianças menores de 3 anos de idade, brancas e sem irmãos. O Aconchego luta, ao lado de outros 122 grupos nacionais de apoio à adoção, para mudar essa realidade.

 

Mais informações: www.aconchegodf.org.br.

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