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Brasília

Mercado de intercâmbio movimenta segmento de serviços

Arquivo Geral

17/09/2013 10h32

O mercado de intercâmbio, também chamado de “Turismo de Estudos”, é um dos segmentos que mais crescem atualmente no país. De acordo com dados da Associação Brasileira de Operadores de Viagens Educacionais e Culturais (Belta), em 2012, mais de 175 mil brasileiros fizeram viagens de intercâmbio, um aumento de 20% em relação ao ano passado.

 

Os cursos de inglês respondem por 60% da demanda, mas programas de estudo voltados à graduação, pós-graduação e extensão universitária também são muito procurados. Os principais destinos são Canadá, EUA, Reino Unido, Irlanda, Austrália e Espanha, mas as viagens para Nova Zelândia também tem aumentado bastante.

 

É de olho nesse mercado que empresas como a Assist Card Brasil, que opera com serviços de assistência ao viajante, espera aumentar seu faturamento “Nossos produtos para este público vem crescendo em torno de 23% ao ano e a nossa expectativa é chegar aos 30% ainda em 2013”, garante Daniel Prieto, Country Manager da companhia. “O segmento de intercâmbio responde hoje por quase 10% do nosso faturamento e é um dos que mais crescem dentro da Assist Card”, finaliza.

 

Em média, a maioria dos estudantes fica entre um e três meses fora do país, sendo que as viagens com duração mediana – entre quatro e seis meses – foram as que mais cresceram no ano passado. Com tantos estudantes no exterior, o mercado de intercâmbio movimentou mais de quatro bilhões de reais em 2012 e deve crescer em torno de 40% nos próximos três anos, segundo levantamento da Ideafix Pesquisas Corporativas.

 

“Quando uma pessoa vai estudar fora do país, a necessidade por serviços relacionados à área de saúde é fundamental. Alguns países exigem este tipo de serviço tendo em vista que ele garante a cobertura de determinados valores para assistência médica, por exemplo”, explica Giancarlo Bezzi, diretor de Operações da Assist Card Brasil.

 

Na Europa, a maioria dos países que fazem parte da União Europeia é signatária do tratado de Schenguen, que exige uma cobertura mínima de € 30 mil para a entrada de estrangeiros e circulação de pessoas entre os países. Nos EUA, onde não há essa exigência, é o próprio turista quem deve arcar com as despesas. Porém, o sistema de saúde americano é apontado como o mais caro do mundo.

 

“Uma consulta médica na Europa custa, em média, € 100 e nos Estados Unidos, US$ 200. Se a pessoa tiver que fazer uma série de exames somada a uma medicação para sanar um problema médico, os valores podem chegar facilmente a US$ 15 mil”, alerta o executivo. A Assist Card oferece planos que possuem cobertura de R$ 5 mil a US$ 1 milhão, incluindo atendimento médico, medicação, odontologia de emergência, repatriações, translado e estadia de um parente, localização de bagagem, cobertura por morte e indenização por perda de bagagem, entre outras coberturas.

 

A companhia opera 24 horas, todos os dias, faz o atendimento no idioma do cliente e oferece acesso a mais de 155 mil prestadores de serviços de assistência médica e odontológica internacional, jurídica e de bagagem. Além desses serviços, a Assist Card também conta com seguros de Cancelamento de Viagem, Acidentes Pessoais e Bagagem entre outros.

 

Essas e outras informações podem ser encontradas também durante a EDUEXPO, a maior feira de intercâmbio do Brasil. Nesta quarta-feira, dia 18, o evento será realizado em Brasília, no Centro de Eventos e Convenções Brasil 21, SHS Quadra 06, Lote 01, Conjunto A. Já nos dias 21 e 22 de setembro (sábado e domingo), a feira estará em São Paulo, no Centro de Convenções Frei Caneca, na Rua Frei Caneca, 569, 5° andar. Por fim, a EDUEXPO encerra seu tour pelas cidades do país em Campinas (SP), no dia 23 de setembro (segunda-feira), no Vitória Hotel Concept, na Avenida José de Souza Campos, 425.

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