Carlos Carone e Francisco Dutra
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Não é preciso andar muito. Basta conversar com passageiros de ônibus, principalmente de cidades como Samambaia, que registra o maior número de assaltos a coletivos no Distrito Federal, e localizar passageiros quem já foi alvo de criminosos.
Muitos já foram vítimas de jovens, em sua maioria, que buscam uma forma fácil, rápida e relativamente “segura” de obter dinheiro para sustentar o vício, principalmente, do crack. Como mostrou o Jornal de Brasília, na edição de ontem, este é o perfil dos assaltantes de ônibus, responsáveis por uma média de duas ocorrências por dia.
Há dois anos, Ana Beatriz Sales, 18 anos, sofreu na pele a insegurança. A jovem estava entre os passageiros de um coletivo na linha de Santa Maria para o Gama. “Lembro da arma”, destacou a jovem.
No episódio, o prejuízo financeiro foi pequeno, mas o psicológico foi alto e está presente até hoje. Os criminosos levaram apenas o dinheiro da passagem de Ana, mas de lá para cá a jovem não se sente mais segura dentro de um coletivo.
Leia mais na edição impressa desta segunda-feira (23) do Jornal de Brasília.