Apesar de ser proibido, a farda policial é vendida sem dificuldades para os civis na capital. O negócio é totalmente irregular e apesar de ter autorização do GDF para comercializar esses produtos, a loja tem a obrigação de sempre preencher um cadastro do cliente. Além de conferir se o material se refere à corporação para qual ele serve. A venda só pode ser feita com a apresentação de identidade funcional.
Essas regras estão em um decreto de 2005. As empresas ficam obrigadas a manter o controle dos estoques e a guardar os formulários de identificação dos compradores por um prazo de cinco anos.
Quando uma dessas lojas descumpre o regulamento, é advertida. Se reincidir, recebe multa de R$ 500 a R$ 5 mil. Depois disso, a pena é a perda do certificado para comercializar os produtos. No Distrito Federal, 17 empresas têm esse certificado, que deve estar sempre em local de fácil visualização.
No último sábado (15), um vigilante que se passava por policial militar foi preso na Rodoviária do Plano Piloto e com ele foram encontrados distintivo e algema.
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