Gabriella Bontempo
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A rede pública de saúde do Distrito Federal possui 12 equipamentos para a realização de mamografias, dos quais apenas nove estão em funcionamento. O exame é fundamental para o diagnóstico precoce do câncer de mama. Quanto antes realizado, maiores são as chances de cura. Além dos aparelhos, faltam médicos e técnicos que agilizem a entrega do laudo, segundo a pesquisa do Ministério da Saúde, que avaliou os mamógrafos em todo o Brasil, no período de 12 de maio a 17 de junho de 2011.
No DF, de acordo com Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a população supera 2,5 milhões de habitantes. Assim, existe um equipamento para cada 240 mil pessoas. Estados com uma população pouco menor, como Sergipe e Mato Grosso do Sul, garantem o dobro da cobertura. Porém, esse número não representa problema para a rede.
Segundo o chefe do Núcleo de Assistência e Detecção Precoce do Câncer da Secretaria de Saúde, o médico Farid Buitrago, tal quantidade seria suficiente. “O que acontece é que os mamógrafos não funcionam totalmente, com a plena capacidade que deveriam, e, às vezes, ficam quebrados. Mas os 12 equipamentos são suficientes para atendimento da população do DF.”
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