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Brasília

Mamógrafos e profissionais são insuficientes para atender à demanda no DF

Arquivo Geral

08/10/2011 8h25

Gabriella Bontempo

gabriella.bontempo@jornaldebrasilia.com.br

 

A rede pública de saúde do Distrito Federal possui 12 equipamentos para a realização de mamografias, dos quais apenas nove estão em funcionamento.  O exame  é fundamental para o diagnóstico precoce do câncer de mama. Quanto antes realizado, maiores são as chances de cura. Além dos aparelhos, faltam médicos e técnicos que agilizem a entrega do laudo, segundo a pesquisa do Ministério da Saúde, que avaliou os mamógrafos em todo o  Brasil, no período de 12 de maio a 17 de junho de 2011.  

 

No DF,  de acordo com  Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a população supera  2,5 milhões de habitantes. Assim, existe um equipamento para cada 240 mil pessoas. Estados com uma população pouco menor, como Sergipe e Mato Grosso do Sul, garantem o dobro da cobertura. Porém, esse número não representa problema para a rede.

 

Segundo o chefe do Núcleo de Assistência e Detecção Precoce do Câncer da Secretaria de Saúde, o médico Farid Buitrago, tal quantidade seria suficiente. “O que acontece é que os mamógrafos não funcionam totalmente, com a plena capacidade que deveriam,  e, às vezes, ficam quebrados. Mas os 12 equipamentos são suficientes para atendimento da população do DF.”

 

Leia mais na edição deste sábado (08) do Jornal de Brasília.

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