Após ter um aborto espontâneo na segunda-feira (21), uma jovem recebeu o material biológico dentro de um vidro no Hospital Regional de Taguatinga. O hospital entregou o feto e a placenta para a paciente após alegar que não tinha condições de realizar exames para identificar a causa do aborto.
Depois ter a gravidez interrompida, a jovem Stephanie Vasconcelos recebeu os restos mortais e a placenta dentro de um vidro porque o hospital não tinha condições de realizar exames para identificar a causa da interrupção da gravidez. Stepanhie levou o vidro para casa e teve que guardar dentro da geladeira de sua casa até conseguir encaminhar o conteúdo do vidro para outro hospital.
Segundo a diretoria do HRT, a prioridade dos exames era para casos de câncer e por isso o material foi entregue à mãe para que ela encaminhasse à outra unidade de saúde para perícia. O material genético foi levado para o Hospital Regional da Asa Sul e ainda não foi liberado para o enterro.
Em nota oficial divulgada a imprensa, o hospital afirma que foi dada opção da mãe receber o material anatomopatológico, para realização de exame específico no local de livre escolha da mesma, visando agilizar o resultado. Para fazer valer a opção da paciente, foram feitos registros de concordância materna nos livros específicos do Centro Obstétrico do hospital. A Secretária de Saúde e o HRT acrescentam ainda na nota que vão abrir sindicância para apurar o ocorrido.
A SES e o HRT acrescentam que vai abrir sindicância para apurar o ocorrido.
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