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Brasília

Inquérito que investiga o desaparecimento de vários jovens em Luziânia ainda não está pronto

Arquivo Geral

22/12/2010 7h41

Fabiana Mendes
fabiana.mendes@jornaldebrasilia.com.br

 

No dia 18 de abril, a Polícia Civil encontrou morto Adimar Jesus da Silva, 40 anos, o pedreiro suspeito de matar sete jovens em Luziânia (GO). O corpo do sétimo jovem foi encontrado em maio,  após a morte do suspeito. O crime teve repercussão nacional pela brutalidade com a qual foram cometidos os assassinatos em série. Adimar, que assumiu ter assassinado os seis, entre os dias 30 de dezembro e 22 de janeiro, usava três identidades. Ele trocou de nome quando se mudou de Serra Dourada (BA) para Brasília (DF), pois era procurado pela polícia baiana por uma tentativa de assassinato. Havia um mandado de prisão expedido pela Justiça contra ele. Ao chegar no DF, o pedreiro mudou o nome para Adimar.

 

Entre os dias 30 de dezembro de 2009 e 22 de janeiro deste ano, seis jovens com idades entre 14 e 19 anos desapareceram em Luziânia, a 196 quilômetros da capital goiana, no Entorno do Distrito Federal. O caso chocou o País e foi investigado também pela CPI do Desaparecimento de Crianças e Adolescentes, da Câmara dos Deputados.

 

O paradeiro dos jovens só foi solucionado na manhã de sábado, 10 de abril, quando Adimar foi preso suspeito de estuprar e matar os rapazes. Ele mostrou à polícia o local onde estavam os corpos dos garotos e se disse arrependido. O pedreiro também declarou que foi vítima de abusos sexuais e que cogitou o suicídio após a repercussão das mortes. Segundo investigações da polícia, ele  matou os meninos após praticar os estupros.

 

 

 

Leia mais na edição desta quarta-feira (22) do Jornal de Brasília

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