Da Redação
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Embargo das obras, supostos descumprimentos da licença ambiental e multas diárias. Esses são alguns dos problemas que acompanham as construções do Setor Noroeste de Brasília, um dos empreendimentos mais valorizados do Distrito Federal. A liberação da licença ambiental pelo Instituto Brasília Ambiental (Ibram), anunciada ontem, promete aliviar o clima de incertezas a respeito da continuação das obras, que traz à tona a insegurança de quem possui investimentos no local.
Segundo o vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF (Sinduscon), Paulo Muniz, as empresas gastam em cada terreno do Noroeste, no mínimo, R$ 24 milhões. Também presidente da Comissão da Indústria Imobiliária do Sinduscon, Muniz afirma que as construtoras responsáveis por investir no setor são as principais prejudicadas com as incertezas.
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