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Ibaneis está estudando reajuste em Cartão Gás

Ibaneis informou ter solicitado uma pesquisa de preços e análise jurídica para saber se o GDF pode fazer a alteração

Foto: Renato Alves/Agência Brasília.

Por Elisa Costa e Geovanna Bispo
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O governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha (MDB) afirmou, nesta quarta-feira (18), estar avaliando reajustar o valor do Cartão Gás. A fala ocorreu durante almoço com líderes empresariais.

Segundo o governador, com o aumento do custo do botijão de gás, o Governo do Distrito Federal (GDF) deve avaliar o aumento também. “Quando eu lancei o Cartão era de R$ 100 e o botijão custava R$ 90. Agora está até R$ 115”, disse.

Ibaneis informou ter solicitado uma pesquisa de preços e análise jurídica para saber se o GDF pode fazer a alteração mesmo sendo ano de eleições.

“O valor que está sendo distribuído não está dando para comprar um botijão de gás. Então está auxiliando as famílias, mas não está dando para comprar”, continuou Ibaneis

O auxílio é pago a cada dois meses para as famílias cadastradas. “Se tiver a viabilidade, eu vou fazer o custo é pequeno, mas é importante para as famílias”, completou.

O mandatário foi o palestrante do LIDE Brasília e lembrou das ações do GDF que ajudaram diversas famílias durante a pandemia. Os programas sociais na capital federal são constantemente incentivados com emendas e tem ajudado pessoas em situação de vulnerabilidade sociais, principalmente após a crise financeira e sanitária decorrente da covid-19. O Cartão Prato Cheio, por exemplo, que auxilia na compra da cesta básica, ampliou o atendimento para mais de 35 mil famílias que recebem nove parcelas de R$250 reais.

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“A responsabilidade social está à frente de tudo que tocamos”, explicou Ibaneis. “É um tema importante e abrangente. A questão social envolve quase tudo o que a gente faz no governo o tempo todo”, pontuou. O governador ainda ressaltou que o trabalho também é feito nas áreas da saúde, educação, segurança pública, economia e infraestrutura. De 2019 até o momento, o Governo do Distrito Federal (GDF) realizou 1,6 mil obras que geraram em torno de 40 mil postos de trabalho.

Por esse motivo, a gestão nomeou cerca de 1,6 mil servidores para as secretarias de Desenvolvimento Social, Mulher e Cidadania. O reforço no quadro reflete no reforço da criação e funcionamento dos programas como o Cartão Gás, Cesta Verde e o DF Social. “Temos também 14 restaurantes comunitários funcionando, onde reduzimos o preço das refeições para R$1 e vamos ampliar para 21 restaurantes: dois em construção e os demais esperam pela licitação”, destacou Ibaneis.

Os avanços na educação também foram lembrados. Na Secretaria de Educação, foram mais de 2,8 mil nomeações: “E esse número vai aumentar porque assinei mais nomeações hoje. Crescemos em 850% o número de salas de aula reformadas e ampliadas”, contou o líder do Buriti. Com mais profissionais atuantes, mais crianças são inseridas na rede pública de ensino e passam a ter acesso aos estudos.

Na saúde, foram 10 mil servidores nomeados, além de sete Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), dez Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e a ampliação dos hospitais regionais de Ceilândia e de Samambaia. Para destacar a importância do trabalho do governo junto ao setor produtivo, Paulo Octávio comentou: “Governo e iniciativa privada devem ter o mote da responsabilidade social dentro do novo panorama mundial, onde o cidadão deve ser respeitado e priorizado, principalmente os mais necessitados”.

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Junto ao do chefe do Executivo, participaram também do debate o vice-governador, Paco Britto, o secretário de Governo, José Humberto, o secretário de Segurança Pública, Júlio Danilo, o presidente do LIDE Brasília, Paulo Octávio, e o presidente da Fecomércio, José Aparecido. Ao todo, o LIDE possui 1,3 mil empresas filiadas, o que corresponde a cerca de 49% do PIB privado brasileiro.

O LIDE surgiu no ano de 2002 e é uma organização de executivos e empresários que procuram fortalecer a livre iniciativa do desenvolvimento econômico e social, bem como a defesa dos princípios éticos de governança nas esferas pública e privada. O grupo recebe empresas brasileiras e multinacionais que possuem faturamento anual igual ou superior a R$200 milhões. Entre elas, companhias de governança corporativa, organizações de alta reputação no Brasil e no exterior.

O comitê de gestão do LIDE é composto pelo chairman Luiz Fernando Furlan, pelos conselheiros Celia Pompeia e João Doria Neto, e os chefes dos setores de Tendências, Tecnologia, Solidariedade, Mulher, Sustentabilidade, Segurança, Master, Justiça, Cultura, Empreendedor, Empreendedorismo Social, Conteúdo, Esporte, Indústria, Energia, Inovação, Terceiro Setor, Comércio, Saúde, Comunicação, Agronegócios e Cidadania.

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