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Brasília

Hospital Regional da Ceilândia inaugura novo banco de leite nesta quarta

Arquivo Geral

07/08/2013 10h40

A Secretaria de Saúde inaugura nesta quarta-feira (7), às 14h30, no Hospital Regional da Ceilândia (HRC), mais um banco de leite humano ampliado e modernizado para atender principalmente bebês internados na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal, como parte da programação da Semana Mundial de Aleitamento Materno do Distrito Federal.

 

“É uma grande recompensa depois de quase trinta anos de trabalho com incentivo ao aleitamento materno. As mães que procuram o nosso serviço merecem este novo espaço”, relata a enfermeira Derlucy Gomes, responsável pelo Banco de Leite do HRC.

 

O banco de leite do HRC conta agora com área de 200 metros quadrados e recebeu equipamentos novos como pasteurizadores, freezers e esterilizadora (autoclave), num total de R$ 350 mil investidos pelo Governo do Distrito Federal. A parceria com a Universidade Católica proporcionou um investimento de R$ 500 mil na parte física e no mobiliário do setor, numa obra que durou cerca de um ano e meio.

 

“Com as novas instalações e equipamentos, Ceilândia terá uma estrutura adequada para abastecer nossa maternidade e neonatologia, além de poder processar um volume maior de leite doado”, conta a coordenadora Geral de Saúde de Ceilândia, Lucimar Gonçalves Zero.

 

Desde janeiro o banco de leite do HRC atendeu 1.237 mães. A equipe, junto com o Corpo de Bombeiros, realizou 1.751 visitas domiciliares; 922 bebês foram beneficiados com o leite doado por 249 doadoras que produziram 900 litros de leite humano.

 

Atualmente, o Distrito Federal conta com dez Bancos de Leite Humano e dois postos de coleta, o que representa cobertura de 100% das maternidades da rede pública. Juntas, essas unidades coletam, em média, 1,4 mil litros de leite por mês. “Milhares de crianças são beneficiadas, mas o número de mães que doam leite ainda é pequeno”, ressalta a coordenadora dos Bancos de Leite Humano da SES-DF, Mirian Santos. “Precisamos incentivar a amamentação e valorizar as mães doadoras, pois sem elas de nada adiantaria a infraestrutura e o nosso serviço”, lembra a coordenadora.

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