A direção do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) já adotou medidas a fim de sanar a demanda reprimida pela emissão de laudos de exames de biópsia e citologia. Cerca de 1,7 mil laudos estão prontos, mas ainda não foram entregues aos pacientes por falta de digitadores.
O diretor do Hospital de Base, Luiz Carlos Schimin, esclarece que a unidade já havia priorizado a digitação dos exames pertinentes aos casos mais graves. “Agora, com a força-tarefa que iremos empreender, esperamos zerar o volume de exames que estão para ser digitados”, conta o diretor. De acordo com Schimin, além de remanejamentos internos, o HBDF receberá o reforço de 20 servidores do Centro de Comunicação do Exército.
Paralelamente à força-tarefa, Schimin anunciou o início de estudos para informatizar todo o trabalho da anatomia patológica do hospital. “Hoje, o médico examina o material e faz o laudo à mão. Depois, esse laudo vai para a digitação e, posteriormente, retorna para o médico conferir”, contou o diretor do HBDF. “Com o sistema informatizado, quando o médico fizer a análise do material, já irá proceder, também, o lançamento das informações no sistema. Será tudo muito mais rápido e preciso”. Schimin não deu prazo para a instalação do sistema.