Como parte da política de manutenção diária e preventiva dos prédios públicos, o governador de Goiás Marconi Perillo destinou repasse de R$ 11,4 milhões para reformas de escolas da rede pública estadual da Região Metropolitana do Distrito Federal. Formosa, Luziânia, Planaltina e Novo Gama foram as primeiras a receber os recursos. Todos os municípios da região serão beneficiados com a construção de novas escolas, com verbas repassadas pelo Governo Federal.
O governador destinou, por meio da Secretaria de Educação, R$ 5,6 milhões para recuperação das escolas do município e de Planaltina de Goiás. Marconi destacou que a educação é a principal prioridade do governo. Ele lembrou que dos 29 mil professores da rede pública estadual de Goiás, apenas nove mil recebem o piso de R$ 1.460. Os demais situam-se em uma faixa salarial acima de R$ 3 mil.
Ao falar da reforma das escolas, o governador goiano anunciou que o secretário Thiago Peixoto conseguiu junto ao Ministério de Educação R$ 100 milhões para investir na construção de novas escolas no estado. O governador prometeu investir 70% dos recursos na Região Metropolitana, onde há maior carência por vagas em escolas públicas.
Aplicação dos recursos
Do total, 114 unidades de ensino da Região Metropolitana receberão R$ 100 mil cada uma para que o conselho escolar das unidades, formado pelo grupo gestor, professores, servidores, pais e alunos, administre e preste conta das verbas.
De acordo com o secretário estadual de Educação, Thiago Peixoto, todas as escolas beneficiadas contarão com acompanhamento e orientação do Núcleo de Rede Física da Seduc, que fará, ainda, em um trabalho conjunto com as subsecretarias regionais, a fiscalização da aplicação destes recursos.
O secretário explicou que, nos próximos meses, outras regionais também receberão verbas para investimento na infraestrutura das unidades de ensino. Em Luziânia, Marconi assinou o repasse de R$ 5,8 milhões para reforma em 58 unidades escolares do município e também de Novo Gama. Ele disse que com essa medida estava “reconhecendo a capacidade dos diretores para decidir o que é melhor para cada escola. Por isso, os recursos estão sendo depositados na conta das escolas, para os diretores decidirem o que é melhor”.