Menu
Brasília

GDF reinaugura Ucin Canguru do Hmib após reforma de R$ 1,3 milhão

Unidade foi reestruturada para ampliar o acolhimento de mães e bebês prematuros e seguir normas do Ministério da Saúde.

Redação Jornal de Brasília

10/06/2026 13h41

celina uti neonatal

“O local foi totalmente reformado e adaptado, tornando-se um dos mais qualificados do país. Já contamos com outras Ucins em diferentes hospitais, mas nenhuma nesse porte e com esse modelo de acolhimento”, afirmou a governadora Celina Leão | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília

O Governo do Distrito Federal reinaugurou nesta quarta-feira (10) a Unidade de Cuidados Intermediários Neonatais Canguru (Ucin Canguru) do Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib), após reforma. A obra teve investimento total de R$ 1.328.762,99, sendo R$ 840 mil provenientes de emenda parlamentar da deputada distrital Dayse Amarilio.

De acordo com o GDF, a readequação foi feita em conformidade com a Portaria nº 930/2012 do Ministério da Saúde. A nova estrutura foi planejada para permitir a permanência integral da mãe ao lado do recém-nascido, conforme o Método Canguru, que busca fortalecer o vínculo materno, reduzir o tempo de internação e humanizar o cuidado com bebês prematuros.

Durante a reinauguração, a governadora Celina Leão afirmou que o espaço foi totalmente reformado e adaptado para oferecer um atendimento mais humanizado. Ela também destacou a publicação, no Diário Oficial do Distrito Federal, da assinatura de seis suplementações orçamentárias para a saúde, que somam cerca de R$ 174 milhões, além da destinação de mais de R$ 40 milhões para a reforma de hospitais.

O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, disse que a readequação representa um avanço na assistência neonatal e que a intervenção não teve como foco ampliar o número de leitos, mas modernizar e otimizar a estrutura já existente, alinhando-a às diretrizes nacionais.

A supervisora de enfermagem e tutora do Método Canguru, Juliana Dantas de Assis Ferreira, explicou que a unidade corresponde à segunda etapa do método, com prioridade para o contato pele a pele e a permanência contínua dos pais com o bebê. Segundo ela, a reforma incluiu espaço de convivência, lavanderia, sofá, TV e copa para refeições, voltados principalmente às mães que permanecem internadas por semanas.

Uma das mães atendidas, Amanda dos Santos, relatou ter sido bem acolhida pela equipe e afirmou que a experiência foi diferente de sua gestação anterior, quando o bebê ficava separado. Ela disse que, por sua filha ter nascido prematura, o contato próximo fez toda a diferença.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado