Thiago Turbay
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Lixo acumulado nos corredores, falta de coleta de resíduos, mau cheiro. Esse cenário é comum em edifícios abandonados, mas o descaso, segundo os funcionários, acontece na Rodoviária Interestadual de Brasília, inaugurada há apenas seis meses.
A nova instalação, administrada pelo consórcio Novo Terminal, formado pelas empresas Socicam, JC Gontijo Engenharia S/A e Construtora Artec Ltda, repete os erros da antiga Rodoferroviária e já acumula problemas.
O projeto foi elaborado para a comodidade do usuário, mas em poucos meses muita coisa mudou. A higienização nos corredores das lojas e guichês está em situação precária. No salão de espera para o embarque havia lixo acumulado e água empoçada, sem sinalização de advertência, expondo a risco quem utiliza o terminal.
Apenas dois funcionários faziam, ontem, a limpeza do local, número considerado insuficiente, dado o tamanho da área. Segundo um funcionário, que não quis se identificar, está difícil trabalhar, porque falta pessoal. Ele explica que são três turnos de limpeza, mas o número de funcionários é insuficiente.
Outro problema que os funcionários enfrentam é a falta de banheiro privativo. Os dois banheiros construídos nos corredores dos guichês estão fechados. Apenas o sanitário do saguão, utilizado por passageiros, está aberto.
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