Durante esta semana acontece em Brasília a 1ª Feira Muito Especial de Tecnologia Assistida e Inclusão Social das Pessoas com Deficiência do DF. Expositores e profissionais de diversas áreas se reúnem para mostrar inovações tecnológicas, discutir políticas e práticas de socialização de pessoas portadoras de necessidades especiais.
O evento, realizado pelo Instituto Muito Especial com o apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia, começou nesta terça-feira (9) e dura até sexta-feira (12). Ao todo, 32 stands montados no Centro de Convenções Brasil XXI, no Setor Hoteleiro Sul, mostram o que há de mais novo em tecnologias assistivas; equipamentos, produtos e sistemas que implementam a qualidade de vida e viabilizam independência para pessoas portadoras de deficiências.
A abertura do evento foi marcada por uma grande festa gratuita, com shows da dupla sertaneja brasiliense Pedro Paulo e Matheus e da cantora Mayara Rios, ex-participante do programa Ídolos. Segundo informações da assessoria, antes do dia do evento, cerca de 1200 pessoas já haviam realizado inscrição para as mesas de debate que acontecem simultaneamente à feira. Dentre os convidados para o congresso estão profissionais que atuam nas áreas acadêmicas e de produção de tecnologias que visam a reabilitação física, psíquica e social das pessoas com deficiência.
Na cerimônia de abertura do evento, o presidente do Instituto Muito Especial, Marcus Scarpa, recebeu o deputado federal Eduardo Gomes, o secretário de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social, Roosevelt Filho, o diretor do Departamento de Ações Regionais do Ministério de Ciência e Tecnologia, Willer Santos, o chefe de gabinete da Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, José Rafael Miranda e o consultor jurídico do Ministério de Ciência e Tecnologia, Alexander de Barros.
O presidente Marcus Scarpa se surpreendeu com a quantidade de pessoas que compareceram apenas ao primeiro dia da feira. “Esse evento visa fomentar a dicussão a respeito do assunto. É importante que exista esse interesse do público pelas questões relacionadas à acessibilidade. Falta a difusão desses conhecimentos e a feira também serve para formar parcerias que possam render bons frutos aos portadores de necessidades especiais”, afirma Scarpa.