Menu
Brasília

Estudo aponta que faltam espaços de convivência e mobilidade no DF

Arquivo Geral

09/07/2012 7h54

 

Vinícius Borba

vinicius.borba@jornaldebrasilia.com.br

 

Como anda o coração da Capital da Esperança? No pulsar frenético da “cidade-avião”, um estudo demonstra que a cidade planejada para uma convivência harmoniosa e que atendesse às necessidades de sua população se afastou – e muito – de alcançar este objetivo.

 

Segundo tese de doutorado que analisou seis capitais brasileiras, dentre elas Brasília, a capital ficou em último lugar nos quesitos estrutura para convivência comunitária, como parques e praças, mobilidade urbana pelo transporte e ainda na gestão urbana.

 

Segundo o estudo, a cidade tem se desenvolvido permitindo irregularidades em prol do lucro, sem levar em conta a convivência e humanização nos espaços urbanos.

 

Muito ruim e ruim. Essas foram as notas atribuídas a Brasília quando analisados os espaços de convivência urbana, pelo doutor em arquitetura Ronald Bello. Ele avaliou aspectos como história, sociologia, psicologia e os fatores urbanos em si em um estudo que abrange ainda as capitais brasileiras Curitiba, Manaus, São Paulo, Natal e Belo Horizonte.

 

Foi observada a lógica de organização e real utilidade dos equipamentos públicos, estradas e demais espaços das cidades. A tese O Urbanismo de Exceção: Apontamentos para uma metodologia do urbano demonstrou como toda a lógica das cidades cresceu coordenada para alimentar interesses alheios aos objetivos de servir as pessoas.

 

 

Leia mais na edição impressa desta segunda-feira (09) do Jornal de Brasília.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado