Menu
Brasília

Estratégia de servidores para pedir mudanças sempre prejudica a população

Arquivo Geral

27/03/2011 8h16

Bruno Peres
bruno.peres@jornaldebrasilia.com.br

 

 

Da mesma forma que estudantes convivem ano após ano com o temor de que professores entrem em greve, trabalhadores circulam constantemente pelo DF sob a ameaça de greve de transportes. A estratégia utilizada para pressionar o governo é legal e utilizada, segundo os grevistas, como última tentativa de negociação. Muitas vezes, menos que ter atendidos os pleitos, os trabalhadores querem pelo menos um canal de diálogo.

 

Atualmente, o clima de descontentamento entre os servidores é generalizado, sobretudo pela falta de sinalização do governo de espaço para negociações, exceto quando a ameaça de paralisação de serviços é iminente, como nas últimas semanas com os metroviários.

 

A principal crítica dos servidores foi justamente a falta de espaço para negociações “com quem resolve”, segundo o secretário do SindMetrô, Anderson Pena. “Iniciamos o processo de negociação em janeiro e até a data da grave não tinha havido qualquer reunião de negociação efetiva”, justifica. “Não dá pra ficar num jogo, numa brincadeira de negociação”, acrescenta, assegurando que uma “boa expectativa” só ocorreu após o agendamento de uma reunião com representantes do GDF.

 

 

Leia mais na edição deste domingo (27) do Jornal de Brasília

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado