Alvo de constantes reclamações de motoristas e pedestres, a Estrada Parque Taguatinga (EPTG) passará a contar com a fiscalização reforçada da Companhia de Polícia Rodoviária (CPRv), para tentar reduzir o número de acidentes no local. Os agentes darão apoio aos pedestres, ajudando na hora de atravessar a rua e instruindo as pessoas a usarem as passarelas que já estão prontas. Nos dois últimos domingos, duas pessoas morreram atropeladas na via, que está em obras há mais de um ano.
Poucos pardais, passarelas de pedestres inacabadas e falta de sinalização compõem o cenário da EPTG, atualmente. A via é uma das principais do Distrito Federal, ligando Taguatinga, Vicente Pires, Águas Claras, Guará e Brasília.
Após o aumento no número de reclamações, o Departamento de Estradas e Rodagens (DER) buscou o auxílio da CPRv.
As duas últimas vítimas de acidentes, Mário Sérgio Dantas Pereira, 27 anos, e um rapaz de nome Eduardo, 21 anos, morreram a poucos metros de uma passarela de pedestres e, nos dois casos, os motoristas fugiram do local sem prestar socorro. Nos dois casos a perícia comprovou que os veículos envolvidos estavam em alta velocidade.
Velocidade
Para combater o excesso de velocidade na pista, o DER explicou que os pardais começaram a ser instalados na semana passada, mas ainda não há uma previsão de término. O departamento não informou o número preciso de pardais que serão instalados, pois vai avaliar, ainda, as necessidades da via. Se for constatado que a fiscalização eletrônica não é suficiente, mesmo depois do fim das obras, as medidas para aumentar o número de pardais no trecho serão tomadas.
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