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Escolas sem preparação para alunos superdotados

Por Arquivo Geral 07/07/2010 8h32

Da redação
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As escolas não estão preparadas para identificar e dar suporte para os alunos superdotados. A avaliação é da responsável pelo Núcleo de Atividades de Altas Habilidades/Superdotação do Distrito Federal, Olzeni Ribeiro. Ela acredita que tanto os professores quanto os pais ainda têm poucas informações sobre as características e necessidades do indivíduo com altas habilidades. Na opinião de Olzeni, o Brasil ainda não alcançou a dimensão do talento humano. Assim, faltam políticas públicas para potencializar as habilidades que poderiam colaborar no desenvolvimento do País.

 

Um caso semelhante é o da culinarista Kátia Hellas, mãe de três superdotados. Ela conta que a falta de entendimento dos professores é tão grave que a professora de um de seus filhos chegou a dizer que considera todos os superdotados vagabundos. Segundo a psicóloga Andrea Azevedo, que acompanha os alunos do Núcleo de Altas Habilidades, fazer com que o superdotado não seja tratado com descaso é um desafio. “O maior problema é a capacitação dos professores no ensino regular para atender estes alunos”, diz. Ela explica que muitas vezes o professor desestimula o crescimento do aluno com altas habilidades. A partir daí ele pode começar a ter problemas de interação com o grupo escolar.

 

Leia mais na edição desta quarta-feira (7) do Jornal de Brasília.

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