Gustavo Mariani
gustavo.mariani@jornaldebrasilia.com.br
Se há uma mulher cuja vida está uma guerra, seguramente esta é Denise Porto, uma brasiliense, de 35 anos. E o pior é que ela não quer sair disso. Estourando um novo conflito no planeta, ela estará interessada. Isto é: no que sobrar dele – capacetes, uniformes, quepes, óculos, máscaras, roupas de camuflagem, por aí. Esquisito para uma jovem que está neste “front” desde os 25 anos? Explica-se, no parágrafo abaixo.
Denise viajava pela Europa quando viu dezenas de pessoas vestidas com temas militares. Achou diferente e indagou-se: onde eles encontram isso? Descobriu a mina e partiu para o ataque. Comprou livros de história, revistas especializadas em militarismo, filmes e documentários sobre guerra.
Enfim, armou-se para tornar-se “expert” em conflitos internacionais. Depois, chegou até os fornecedores europeus, “que são muito desconfiados”, adianta, e convocou as amigas Fábia Porto e Débora Pires para aderirem à causa – tornaram-se empresárias do ramo pós-guerra.
Leia mais na edição impressa desta segunda-feira (03) do Jornal de Brasília.