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Brasília

Em dois dias, 5 mil DVDs piratas são apreendidos em feiras do DF

Arquivo Geral

08/12/2010 16h25

Em apenas dois dias, a operação Choque de Ordem realizada pela Secretaria da Ordem Pública e Social (Seops), em parceria com a Agência de Fiscalização Urbana (Agefis) e as polícias Civil e Militar, apreendeu 5 mil DVDs piratas em ruas e feiras populares do Distrito Federal.  De acordo com a Seops, o montante corresponde a quase 2% do total de 300 mil DVDs apreendidos de maio a novembro deste ano. 

 

O trabalho de repressão à pirataria tem como objetivo fortalecer o mercado formal e garantir que os ambulantes ilegais deixem as ruas livres para acesso dos consumidores e não prejudiquem o comércio legal. Até agora,  a fiscalização já chegou a duas feiras muito populares do DF: a dos Importados, no SIA, e a dos Goianos, em Taguatinga. 

 

“Em razão do Natal é comum o aumento do comércio não autorizado e por isto intensificamos a ações já realizadas durante todo o ano”, afirma a assessora de planejamento de operações da Seops, major Sheila Sampaio.

 

Segundo a major, apesar do grande número de produtos apreendidos, o montante poderia ser bem maior, mas a polícia adotou outra tática. “Estamos investindo numa ação preventiva. Chegamos aos locais onde o comércio ilegal costuma ficar bem cedo para evitar o enfrentamento com os ambulantes”, informa. 

 

A operação Choque de Ordem vai continuar até o final de dezembro nas principais pontos do comércio de todas as cidades do DF, inclusive nas regiões por onde a fiscalização já passou, como a Feira dos Importados e Feira dos Goianos. “Estaremos lá diariamente para garantir que o comércio funcione dentro da legalidade e normalidade”, afirma. 

 

Balanço

 

Desde abril deste ano, a Secretaria da Ordem Pública e Social realiza a operação “Choque de Ordem”. Até agora, já foram executadas mais de 20 ações em conjunto com as polícias Civil e Militar e a Agefis. Além do comércio ilegal, também são alvos das ações o combate à pirataria e a poluição visual. “Ainda trabalhamos na fiscalização daqueles flanelinhas que ainda não são cadastrados junto às administrações regionais”, explica a major.

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